Como aliviar dor de cefaleia tensional?

A cefaleia tensional é um tipo de dor de cabeça bastante comum e pode ocorrer com certa frequência ao longo da vida. No geral, ela é associada a momentos estressantes ou de privação do sono e pode, ou não, afetar o humor. A contração involuntária e crônica dos músculos da parte de trás do pescoço e do couro cabeludo também pode estar entre as razões do problema.

Outras causas da cefaleia tensional
  • Repouso insuficiente;
  • Má postura;
  • Estresse emocional ou mental, incluindo depressão;
  • Ter problemas em casa / vida familiar difícil;
  • Preparação para testes ou exames;
  • Estar insatisfeito com o próprio corpo;
  • Álcool;
  • Cafeína (em excesso ou abstinência);
  • Gripe e resfriado;
  • Fadiga visual;
  • Fumo em excesso;
  • Sinusite.

Além de desencadeadas por diferentes causas, as cefaleias tensionais se dividem em tipos diferentes: as episódicas e as crônicas.

Episódicas: bastante comuns, moderadas e geralmente não são incapacitantes (um episódio por mês);

Crônicas: podem se tornar um incômodo e atrapalhar as atividades diárias (dois a 14 episódios por mês).

Principais sintomas

A dor de cabeça do tipo tensional geralmente se caracteriza por uma dor de cabeça leve a moderada, não pulsátil, manifestando em forma de peso, pressão ou aperto, e muitas vezes simulando uma faixa ou capacete apertado em volta da cabeça.

Frequentemente essa dor se localiza na fronte e/ou na nuca e topo da cabeça. Normalmente não há sintomas associados, como náuseas ou vômitos, e a dor pode durar de horas a até sete dias.

Existem complicações da doença?

As complicações estão ligadas ao grau de intensidade da dor, podendo a pessoa apresentar reações agressivas contra o próprio corpo, como “bater a cabeça na parede”, devido ao elevado grau de intensidade da dor. Outras complicações da cefaleia podem ocorrer da tentativa do paciente de tentar controlar a dor com o uso de alguns medicamentos, causando assim problemas gastrointestinais provenientes do uso de anti-inflamatórios.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico é realizado com base no histórico clínico do paciente, visando excluir outros tipos de cefaleia. Se necessário, podem ser solicitados exames complementares para excluir a possibilidade de patologias estarem associadas às dores de cabeça.

Veja mais: Conheça o Saúde a Qualquer Hora e cuide do seu bem-estar!

Formas de tratamento

Além de medicamentos, que só devem ser usados com prescrição médicas, pode-se recorrer a outros recursos, como:

  • Técnicas de relaxamento;
  • Técnicas de respiração para controle da ansiedade e do estresse;
  • Alongamentos.

É possível prevenir as crises?

Sim. E, nesse sentido, as ações não medicamentosas são muito importantes. Saiba o que pode ajudar:

  • Manter ciclo regular de sono (higiene do sono);
  • Inserir atividade física na rotina;
  • Manter horário constante para as refeições;
  • Evitar fatores e alimentos que seguramente desencadeiam crises;
  • Limitar ingestão de cafeína (três cafés/dia);
  • Limitar o uso de analgésicos (seguir recomendações médicas);
  • Adotar medidas controladoras do estresse;
  • Praticar técnicas de relaxamento.
Alimentação como aliada da prevenção

Existem alguns alimentos que são potenciais desencadeantes da cefaleia. Observe quais deles são gatilhos da sua dor de cabeça. Evite ficar muito tempo de barriga vazia, pois, durante o jejum, as taxas de açúcar no sangue caem, levando à falta de oxigenação e à dilatação dos vasos, o que, no final das contas, provoca esse tipo de dor.

Alimentos que, em geral, devem ser evitados
  • Cafeína: está presente no café, no refrigerante à base de cola, no guaraná e no chá mate;
  • Nitritos e nitratos: são encontrados nas linguiças, nas salsichas, nas carnes, nos molhos prontos e nos alimentos industrializados em geral;
  • Tiranina: chocolate, vinho tinto, queijos duros, amendoim, carne defumada e frutas cítricas contêm essa substância;
  • Fenóis, aldeídos e sulfetos: estão presentes no vinho tinto e bebidas espumantes e destilados em geral.
Alimentos que podem ajudar
  • Gorduras do bem: as do azeite de oliva, da sardinha, do salmão e da anchova agem no controle da dor;
  • Triptofano: ajuda a liberar serotonina, como banana, erva-cidreira, maracujá, grão de bico, arroz integral, feijão e granola;
  • Anti-histamínicos: inibem a produção da histamina e da prostaglandina, responsáveis por inflamações e dores. Estão no orégano, no cravo, na canela e no gengibre.

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Como aumentar a imunidade e se proteger durante a pandemia?

Se ter um organismo resistente e com sistema imunológico forte já é importante no dia a dia, em tempos de pandemia isso deve receber ainda mais atenção.

 

O que é sistema imunológico?

O sistema imunológico é aquele que atua para proteger o corpo contra invasoresque possam enfraquecê-lo. Entre eles estão: microrganismos como germes, bactérias, vírus e fungos, parasitas, células cancerígenas e órgãos e tecidos transplantados.

No momento que vivemos, quando estamos expostos à contaminação por um vírus que ainda não é completamente conhecido pelos cientistas, manter o sistema imunológico fortalecido é tão importante quanto se proteger da doença (lavando bem as mãos e evitando ao máximo sair de casa).

Veja mais: Conheça alguns cuidados para evitar o coronavírus

 

Como fortalecer o sistema imunológico?

Manter um estilo de vida saudável, com a inclusão de práticas de atividades físicas na rotina, bons hábitos de higiene, boa qualidade do sono e alimentação balanceada é de extrema importância. No caso dos alimentos, alguns deles podem potencializar essa proteção.

Veja as dicas da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran):

 

  • Mantenha-se bem hidratado (em geral, é necessário consumir de 2 a 3 litros de água por dia);
  • Inclua diferentes fontes de vitaminas em suas refeições. Veja:

– Carnes – São boas fontes de zinco;

– Leguminosas e oleaginosas (nozes, amêndoas e castanhas), além de verduras – Fontes de magnésio;

– Castanha-do-Pará – Boa fonte de selênio;

– Queijos, gema de ovo, manga, mamão e cenoura – Ricos em vitamina A;

– Salmão, atum, sardinha, ovos e queijos – Possuem muita vitamina D;

– Fígado, ovos, legumes, brócolis, couve, cereais integrais, leite – Ricos em vitaminas do complexo B.

Veja mais: Conheça o Saúde a Qualquer Hora e cuide do seu bem-estar!

 

Atenção especial a Vitamina D

A Abran destaca que um estudo publicado pela Universidade de Turim, na Itália, indica que a vitamina D pode ser uma grande aliada do organismo durante a pandemia. Isso porque, segundo a pesquisa, os pacientes com diagnóstico positivo na Itália tinham em comum o fato de apresentarem deficiência dessa vitamina.

Isso não significa, no entanto, que a vitamina pode ser usada como uma cura (ainda não há cura para a Covid-19). Mas as evidências mostraram que a presença da vitamina D no organismo nos níveis ideais pode contribuir para a redução dos riscos de infecções respiratórias de origem viral.

Para garantir essas boas doses ao organismo, além de consumir os alimentos ricos no nutriente, é importante se expôr periodicamente à luz do sol (sempre nos horários mais recomendados – antes das 10h da manhã e após 16h), mesmo que seja na varanda, no terraço ou em qualquer outra área da casa que receba um pouco de sol.

Não consuma suplementos de vitamina D por conta própria. Isso pode causar danos à sua saúde, especialmente aos rins.

Confira mais artigos com dicas de saúde e bem-estar aqui no blog!

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Fumar aumenta o risco de desenvolver a forma grave da Covid-19?

O tabagismo é reconhecido como uma doença crônica provocada pela dependência à nicotina que existe nos produtos à base de tabaco. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), por si só, o tabagismo já era um fator de risco para o desenvolvimento de uma série de doenças como diferentes tipos de câncer, tuberculose, úlcera gastrointestinal, osteoporose e também doenças cardiorrespiratórias. Em tempos de pandemia de uma doença que afeta o sistema respiratório e ainda é pouco conhecida pelos cientistas, como a Covid-19, a exposição a agentes que elevam esse risco é ainda mais alarmante.

 

Qual a relação entre fumar e fazer parte do grupo de risco para o novo coronavírus?

Quem fuma tem mais chances de desenvolver infecções por vírus (como é o caso da Covid-19), fungos e bactérias. Isso acontece porque o tabaco é capaz de provocar inflamações que prejudicam a capacidade de defesa do organismo. Sendo assim, como tem o pulmão mais comprometido, quem fuma tem mais chance de desenvolver a forma grave da Covid-19 e, portanto, faz parte do grupo de risco para a doença.

Veja mais: Coronavírus: conheça os principais grupos de risco

 

Mais facilidade para contaminação!

Além de ter mais facilidade para desenvolver infecções, quem fuma tem mais chances de se contaminar. Isso porque muitos fumantes têm o hábito de acender um cigarro sem antes higienizar adequadamente as mãos. Como o cigarro é levado à boca, essa pode ser a via de transmissão óbvia para quem é fumante.

Além disso, para aqueles que têm o costume de fumar narguilé ou cigarros eletrônicos, o risco pode ser ainda maior, pois esses dispositivos são mais facilmente compartilhados com outras pessoas, expondo a todos ao risco de contaminação não só pelo coronavírus, mas também a diversas outras doenças.

Veja mais: Conheça alguns cuidados para evitar o coronavírus

 

Quais os benefícios de deixar de fumar, mesmo durante a pandemia do novo coronavírus?

Deixar de fumar pode reduzir o risco de desenvolver a forma grave da Covid-19. Isso ocorre porque:

 

  • Cerca de 12 horas depois de deixar de fumar, os níveis de monóxido de carbono do sangue já voltam ao normal;
  • Duas a 12 semanas depois, a capacidade pulmonar já é aumentada;
  • Em algumas pessoas, um mês depois, já é possível sentir diminuição da tosse e a falta de ar diminuem.

Confira também mais artigos sobre coronavírus aqui no blog.

 

 

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Coronavírus: conheça os principais grupos de risco

O Covid-19 é uma doença provocada por um novo tipo de coronavírus, até então desconhecido pelos cientistas. Portanto, a população em geral não possui anticorpos para combater a doença, o que faz com que todos estejam suscetíveis à infecção. Alguns grupos, no entanto, são mais vulneráveis à forma grave.

Veja quais são:

  • Pessoas com mais de 65 anos;
  • Pessoas com doença pulmonar crônica;
  • Pessoas com asma;
  • Pessoas com doenças coronarianas;
  • Portadores de diabetes;
  • Quem tem insuficiência renal;
  • Hipertensos;
  • Pessoas que estejam imunodeprimidas.
Como reduzir os riscos de contaminação
  • Tome as precauções de higiene necessárias;
  • Lave as mãos com água e sabão frequentemente;
  • Mantenha distância de, pelo menos, 1,5m de outra pessoa;
  • Pratique o isolamento social durante o surto do Covid-19;
  • Caso viva com outras pessoas, evite o contato, principalmente, com crianças, que são grandes vetores da doença.
Busque ajuda ao notar a presença dos seguintes sintomas:
  • Dificuldade para respirar;
  • Febre;
  • Tosse;
  • Coriza;
  • Dor de garganta.

Importante!

Pessoas consideradas do grupo de risco têm mais facilidade de apresentar uma piora rápida ao serem contaminadas pelo vírus. Por isso, é fundamental ficar atento e buscar ajuda do serviço de saúde caso os sintomas sejam notados.

Referência

People who are at higher risk for severe illness; CDC
https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/specific-groups/people-at-higher-risk.html

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Coronavírus: o que você precisa saber?

Coronavírus são uma família de vírus que provocam infecções respiratórias. Elas podem ser leves ou se manifestarem de maneira mais agressiva, como uma forma de pneumonia grave, por exemplo.

A atual forma da doença provocada por um novo agente coronavírus foi chamada pelos cientistas de Covid-19. Os primeiros relatos de infecção por esse agente ocorreram na China, em dezembro de 2019.

Principais sintomas do Covid-19:
  • Dificuldade para respirar
  • Febre
  • Tosse
  • Coriza
  • Dor de garganta
Quais medidas vêm sendo tomadas em caso de suspeita ou confirmação da doença?

A Organização PanAmericana da Saúde, no Brasil, alerta sobre os cuidados que vêm sendo tomados conforme a portaria Nº 356 de 11 de março de 2020:

Quando uma pessoa no Brasil apresentar sintomas respiratórios – febre, tosse, dor de garganta ou dificuldade para respirar – a(o) médica(o) vai prescrever o isolamento e emitir o atestado para o doente e todas as pessoas que residem no mesmo domicílio (mesmo que não apresentem sintomas) por 14 dias.

São sinais de emergência para a doença e deve-se buscar ajuda quando:
  • O paciente apresenta piora do quadro respiratório;
  • Há o aparecimento de dor ou sensação de aperto no peito;
  • O doente demonstra confusão mental ou dificuldade para permanecer alerta;
  • Extremidades como mãos ou lábios apresentam coloração arroxeada.

É importante frisar que, em algumas situações, o paciente pode estar contaminado com o coronavírus e permanecer assintomático, por isso, deve-se manter os cuidados preventivos, como lavar bem as mãos e evitar o contato próximo com outras pessoas, estejam elas ou não com sintomas.

Referências
O que é coronavírus (Covid-19)?; Ministério da Saúde

https://coronavirus.saude.gov.br/

Symptons; CDC

https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/symptoms-testing/symptoms.html

Folha Informativa Covid-19 (doença causada pelo novo coronavírus); OPAS

https://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&view=article&id=6101:folha-informativa-novo-coronavirus-2019-ncov&Itemid=875
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Perguntas e respostas sobre o novo coronavírus

Por se tratar de uma nova doença, o Covid-19 ainda gera muitas dúvidas em parte da população. Para ajudar a saná-las, reunimos aqui as perguntas e respostas mais frequentes.

O que é coronavírus?

O coronavírus é uma grande família de vírus capaz de infectar tanto animais quanto humanos. Em humanos, ele é capaz de afetar gravemente o pulmão, provocando infecções respiratórias graves, como a pneumonia. Antes da descoberta recente do Covid-19, em dezembro de 2019, na China, outros coronavírus já haviam afetado gravemente os humanos: a SARS (Síndrome Respiratória Aguda Grave), em 2002, na China, e a MERS (Síndrome Respiratória do Oriente Médio), em 2012, no Oriente Médio.

O que é Covid-19?

É o nome dado à doença infecciosa provocada pelo novo coronavírus descoberto em dezembro de 2019, em Wuhan, na China.

Quais os sintomas mais comuns do Covid-19?

Os sintomas mais comuns da doença são febre, dificuldade para respirar e tosse. Alguns pacientes relatam coriza, congestão nasal, dor de garganta e/ou diarreia.

É verdade que alguns pacientes são assintomáticos?

Sim. Há casos em que o paciente testa positivo para a doença e permanece sem manifestar os sintomas. No entanto, ainda assim, ele é capaz de transmitir o Covid-19.

Como ocorre a transmissão do Covid-19?

A doença pode ser transmitida de pessoa para pessoa por meio do contato com gotículas de saliva vindas de um espirro, tosse ou secreção presente nas mãos. Por isso, é importante manter distância de outras pessoas, evitar apertos de mão, compartilhar objetos e tocar superfícies e, em seguida, o rosto, principalmente a boca, o nariz e os olhos.

O Covid-19 pode ser transmitido pelo ar?

Até o momento, estudos sugerem que a principal via de transmissão é o contato de gotículas respiratórias com áreas em que há a presença de mucosas, e não pelo ar.

Posso ser infectado pela urina ou pelas fezes de alguém que esteja doente?

Embora os riscos de contaminação sejam mais baixos, é possível que o vírus sobreviva em outras secreções em alguns casos.

Qual o risco de desenvolver a forma grave da doença?

Pelo que se sabe até o momento, pessoas idosas, doentes crônicos e imunodeprimidos têm mais chances de desenvolverem formas severas da doença. No entanto, não é descartado que jovens possam ser contaminados e necessitar de internação, evoluindo para um quadro negativo, que pode levar à morte ou deixar sequelas.

Antibióticos são efetivos contra o Covid-19?

Não. Antibióticos não funcionam no combate ao coronavírus, apenas no combate a bactérias – o que não é o caso.

Existe algum medicamento que possa prevenir ou combater o Covid-19?

Até o momento, não há tratamento ou cura para a doença. Os medicamentos utilizados até então visam amenizar sintomas como febre e desconforto.

Devo usar máscara cirúrgica para me proteger?

A indicação é de que o uso da máscara seja feito por aqueles que apresentarem os sintomas da doença ou em casos em que se está cuidando de alguém que está com os sintomas. Em casos contrários a esses, o uso de máscara, segundo a Organização Mundial da Saúde, caracteriza desperdício de recursos, já que há uma escassez mundial do material.

Qual a maneira ideal de usar máscara cirúrgica?

Lembre-se de que a máscara só deve ser utilizada caso você esteja apresentando sintomas. Veja as orientações:

  1. Antes de tocar a máscara, lave bem as mãos com água e sabonete;
  2. Pegue a máscara e verifique se há rasgos ou buracos;
  3. Localize o lado superior (onde está a tira de metal ou borda rígida);
  4. Posicione a máscara no rosto e adapte a tira de metal ou borda rígida ao contorno do seu nariz;
  5. Puxe a parte inferior da máscara para que ela cubra a sua boca e seu queixo;
  6. Não toque a máscara com as mãos enquanto estiver utilizando-a;
  7. Caso a máscara fique umedecida com secreções, faça a troca da mesma, descartando o material utilizado de maneira segura;
  8. Faça a higiene correta das mãos depois de retirá-la e repita a operação para vestir uma nova máscara.
Qual o período de incubação do Covid-19?

O período de incubação da doença pode variar entre 1 e 14 dias. No entanto, é mais comum que se manifeste a partir do quinto dia.

Posso transmitir ou pegar Covid-19 do meu animal de estimação?

Até o momento, não há evidências de transmissão do vírus de animais para humanos. No entanto, já houve relato de contaminação de pelo menos um cão, em Hong Kong. Portanto, a recomendação é para que pessoas que estejam com a doença se isolem até o desaparecimento dos sintomas ou fim do período de incubação.

Quanto tempo o vírus pode sobreviver em superfícies?

O tempo de resistência do vírus é variável de acordo com a superfície.

Poeira – 3h
Cobre– 4h
Papel
ão – 24h
A
ço inoxidável – 72h
Plá
stico – 72h
Portanto, é importante manter a limpeza dos ambientes e superfícies, que pode ser feita com desinfetantes, álcool, água sanitária ou água e sabão.

Referência:

Q&A on coronaviruses (Covid-19); WHO

https://www.who.int/news-room/q-a-detail/q-a-coronaviruses

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Conheça alguns cuidados para evitar o coronavírus

Evitar a disseminação do novo coronavírus é algo que está ao alcance das nossas mãos. E essa expressão nunca foi tão verdadeira, já que não existe vacina ou medicamento que possa combater a doença e a melhor medida para evitá-la é manter a higiene correta das mãos.

Saiba mais sobre como proteger a si mesmo e aos outros:

Cuidados pessoais
  • Lave bem as mãos com água e sabonete com regularidade;
  • Crie o hábito de proteger a boca e o nariz com a parte interna do braço ao tossir ou espirrar e evite tocar o rosto;
  • Caso precise sair para ir ao supermercado ou por alguma emergência, evite contato próximo com outras pessoas;
  • Na impossibilidade de lavar as mãos, utilize álcool em gel 70% para desinfetá-las;
  • Condicione a sua mente a não tocar nenhuma área do rosto, principalmente boca, nariz e olhos.
Cuidados com a casa
  • Desinfete as superfícies como maçanetas, mesas e corrimãos regularmente;
  • Mantenha os ambientes ventilados, se possível, abrindo as janelas para entrada e saída do ar;
  • Para a limpeza dos ambientes, utilize solução de água sanitária com água. A proporção pode ser de 5 colheres (chá) de água sanitária para 1 litro de água.
Cuidados com um possível doente
  • Caso alguém adoeça, mantenha a pessoa no próprio quarto, se possível, com a porta fechada;
  • Garanta que apenas um outro membro da família cuide dessa pessoa;
  • Separe os objetos de uso pessoal do paciente infectado e lave roupas, roupas de cama e roupas de banho separadamente das demais utilizadas por outras pessoas da casa;
  • Considere obter ajuda adicional para pessoas com mais de 65 anos ou doenças pré-existentes, conforme orientação médica.

Referências
O que é coronavírus (Covid-19)?; Ministério da Saúde
https://coronavirus.saude.gov.br/

How to protect yourself, CDC

https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/prepare/prevention.html
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